[SKY] Servidores da Ancine desmentem argumentos da SKY na campanha contra lei 12.845 e afirmam que ela É desleal e de baixa qualidade… Corajosos!

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Diante da campanha exaustiva da SKY em seus canais e em alguns veÁ­culos da mÁ­dia impressa, tentando colocar o seu cliente contra a leia 12.485, que estipula cotas para a produção nacional na tv por assinatura, os servidores da Ancine divulgaram um comunicado em que desmascaram mentiras contadas pela operadora e vão alÉm.

Citam produções nacionais de excelente qualidade que vão se beneficiar com a lei, lembram que em outros paÁ­ses já existe lei similar e muito mais abrangente, falam que a SKY É empresa estrangueira e que terá que deixar de reprisar tanto conteÁºdo para abrir espaço Á  produção nacional, diminuindo assim o lucro que vai enviar para o estrangueiro, e mais, chama a operadora de desleal e a acusa de ter conteÁºdo de baixa qualidade.

AlÉm de tudo isto os servidores da Ancine ainda desmentem um dos maiores argumentos da SKY, de que esporte não É considerado conteÁºdo nacional

Chupa que É de uva SKY…

Confira o comunicado na Á­ntegra abaixo.

Posição de repÁºdio da ASPAC Á  campanha da distribuidora do serviço de TV por assinatura SKY

A Associação de Servidores da Ancine (ASPAC) repudia a campanha realizada pela distribuidora do serviço de TV por assinatura Sky em virtude da falta de informação e fundamento apresentados nas diversas propagandas veiculadas em alguns dos seus canais. Ao afirmar nesses anÁºncios, com a participação de vários atletas brasileiros patrocinados pela Sky, que a lei 12.485 não considera o esporte como conteÁºdo nacional e por isso a ANCINE vai restringir o acesso Á  programação esportiva, a operadora distorce a realidade, procurando colocar o telespectador contra a lei numa campanha terrorista e enganosa. AlÉm disso, tambÉm comunica, erroneamente, que a ANCINE quer controlar o que o grande pÁºblico assiste. Diante dos fatos, a associação dos servidores da ANCINE (ASPAC), em nome de seus integrantes, se sente na obrigação de esclarecer e informar Á  população sobre os verdadeiros fatos.

A lei 12.485 de forma alguma restringe ou interfere no conteÁºdo assistido pelos telespectadores. Ao contrário, ela expande o mercado de TV por assinatura trazendo as empresas de telefonia, e, em contrapartida, cria cotas para a produção nacional independente. Assim, pretende-se aumentar a competitividade e com isso diminuir o custo do serviço no Brasil, um dos mais caros do mundo, e inserir na programação mais filmes, sÉries, desenhos animados e programas de televisão brasileiros. O telespectador, assim, poderá ter mais acesso ao conteÁºdo brasileiro que inclui obras como os filmes de sucesso Tropa de Elite I e II, Se eu Fosse Você I e II, Cidade de Deus, A Mulher InvisÁ­vel — sÉries como Mandrake, Cidade dos Homens, Alice, Filhos do Carnaval e desenhos como Gui & Estopa, Amigãozão, Peixonauta, sucessos brasileiros já conhecidos pelo grande pÁºblico e que tiveram, todos, recursos de renÁºncia fiscal geridos pela própria Ancine. Com isso, as exaustivas reprises e a quantidade enorme de propagandas institucionais utilizadas muitas vezes para preencher uma programação deficiente terão de ser reduzidas, obrigando as operadoras a ter mais respeito com seu consumidor, investindo mais no mercado audiovisual brasileiro.

O combate ao monopólio nesse mercado e a melhoria da qualidade e diversidade da programação, alÉm da expansão do serviço para todo território brasileiros são os principais objetivos da lei 12.485. Essa iniciativa, que não É uma novidade brasileira (pelo contrário, vários paÁ­ses adotam medidas parecidas e algumas delas ainda mais avançadas), busca o incremento do nosso setor de produção audiovisual. O posicionamento de uma empresa como a Sky, que É majoritariamente estrangeira, deixa evidente que seus interesses não estão alinhados ao desenvolvimento econômico do Brasil. Confundindo o assinante, atacando sem fundamento a Lei e a ANCINE, criando o clima de terrorismo e ameaças, tudo isso demonstra a forma desleal que a Sky encontrou para tentar manter a sua atividade cada vez mais lucrativa e de baixa qualidade. Nós, servidores da ANCINE, concursados e brasileiros, temos a missão de proteger a instituição que busca, com a Lei 12.485, o desenvolvimento do audiovisual nacional e a democratização do acesso Á  comunicação, tornando o serviço de TV por assinatura mais amplo, diverso e universal.

ASPAC

(Associação dos servidores da Ancine)

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