SATÉLITES RUSSOS ESTÃO RETARDANDO A GUERRA NA VENEZUELA SEGUNDO IMPRENSA RUSSA

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Recebi através de mensagem privada na página do GPS.Pezquiza.com, no facebook, uma matéria da RT News (mídia estatal de notícias do governo da Rússia), dando conta de que aquele país mantém satélites militares de vigilância na mesma altitude em que estão posicionados os principais satélites comerciais de telecomunicações de todo o mundo. A notícia, em especial, trás uma informação que, em tese, é de conhecimento e é confirmada pela inteligência militar norte americana.

A informação objetivamente é uma, o desdobramento desta informação, o qual não vi ainda sendo comentado pela mídia, é que nos faz entender o tamanho da guerra de nervos que está ocorrendo entre as nações que brigam para confirmar o domínio político e econômico sobre o território sul americano, neste momento. Os maiores expoentes desta queda de braço, no momento, são os Estados Unidos e a Rússia, no entanto, todos sabemos, há muitos outros países implicados no assunto, como China, Irã, Cuba, Inglaterra e Brasil, só para citar alguns dos jogadores mais expostos no momento.

Se a Rússia tem mesmo os satélites que o RT News diz que ela tem (e que os Estados Unidos já sabem que realmente estão lá), então o quadro é bem mais complicado do que o que foi pintado pelo RT News.

Em sua matéria o RT News informa que um satélite militar russo, colocado em orbita geoestacionária (39 mil km de altitude), possue potentes equipamentos de vigilância por vídeo capaz de identificar movimentações militares americanas em solo e nos oceanos, toda e qualquer movimentação militar americana. Dá conta também o RT News de que este satélite já está seguindo comboios de navios americanos que estão transportando equipamentos militares, dos Estados Unidos para ao solo colombiano, com o intuito de invadir a Venezuela. A matéria vai além e afirma que seis navios entregando as cargas militares seriam suficientes para a missão, no entanto, dois destes navios teriam sido afundados, sem dar maiores detalhes sobre quem ou como foram se deu a perda destes navios pelos americanos.

O intuito da vigilância seria dar à Venezuela tempo hábil para retaliar as tentativas de invasão de seu território, utilizando para isto modernos mísseis russos que já estão em solo venezuelano e preparados para a ação. Mais ainda, segundo o RT News, a Rússia estaria preparada para retaliar uma ação militar americana em solo venezuelano.

A matéria foi publicada em 02 de maio de 2019, e por si só já é de grande importância para entender que qualquer movimentação de guerra na América do Sul, neste momento, envolve muito mais que a vontade de país A ou B em se envolver em tal empreitada. É parte importante da própria guerra essa batalha de informações desencontradas, sejam elas falsas ou verdadeiras, sobre a capacidade que o seu país tem de atacar e de se defender da capacidade militar inimiga.

A informação publicada pelo site de notícias do governo russo guarda muito mais escondido do que o que lá foi publicado no último dia 02 de maio.

A Rússia e a China já haviam anunciado o projeto de satélites colocados em órbita para atacar fisicamente outros satélites inimigos, na matéria recente do RT News há a informação clara de que este satélite militar russo que supostamente está na órbita geoestacionária, está equipado com uma capacidade além do comum de fazer manobras para diferentes posições nesta órbita elíptica, a fim de conseguir uma melhor posição de espionagem das movimentações militares norte americanas ou, quem sabe, atacar fisicamente outros satélites que estejam próximos nesta mesma órbita.

A informação é um tanto quanto estranha, já que o satélite é relativamente pequeno para ter autonomia para tantas manobras, a não ser que esteja utilizando uma fonte de energia bem mais permanente que os outros satélites na mesma altitude, digamos, ele estaria usando algo como energia nuclear ou algo que o equivalha? Se o caso é este por qual motivo então este satélite estaria preparada para brincar de bate bate com outros satélites naquela mesma altitude? Só para citar alguns que estão próximos a ele neste momento: Amazonas, StarOne C2 e Intelsat 11. Quando dizemos próximo na realidade eles estão a algumas dezenas de milhares de quilômetros de distância, levando em consideração a altitude em que estão os satélites.

A distância é grande mas a lógica nos faz pensar que este satélite russo pode estar equipado com outra ameaça já feita por esta mesma Rússia contra equipamentos eletrônicos de comunicações: bombas de pulso eletromagnético. O que seria exatamente isto? A Rússia espalhou, há alguns meses, um boato de que teria instalado em solo venezuelano bombas nucleares de pulso eletromagnético. Estas bombas não tem o mesmo efeito físico que uma bomba nuclear usada que foi usada para atacar as cidades japonesas, seu efeito não seria devastados contra pessoas, animais, vegetação, construções e demais objetos que estiverem em seu raio de ação pós detonação, o efeito da bomba de pulso eletromagnético no entanto, é tão ou mais poderoso que o que daquelas bombas, já que a de pulso eletromagnético destrói, irremediavelmente, todos os equipamentos eletrônicos que estiverem em seu raio de alcance pós detonação, estejam eles ligados ou desligados.

Isto equivale a dizer que, detonadas nos locais corretos, estas bombas teriam a capacidade de levar os seres humanos de volta à idade das pedras. Atacando alvos estrategicamente escolhidos é possível simplesmente extinguir serviços vitais para a normalidade da vida em sociedade como a conhecemos atualmente em nosso continente. Como exemplo é possível provocar um colapso no fornecimento de energia para parte significativa da América Latina, especialmente no Brasil, detonando somente três bombas de pulso eletromagnético nos locais corretos.

Esse um satélite que a Rússia diz, através do RT News, ter na órbita geoestacionária, pode estar equipado com uma bomba de pulso eletromagnético com a intenção de provocar um colapso em parte importante do sistema de telecomunicações das Américas do Sul e do Norte. É mais lógico que a Rússia utilize em seus equipamentos militares em órbita um equipamento de ataque como uma bomba de pulso eletromagnético que ela utilize este satélite para brincar de bate bate em órbita.

Podemos até ir um pouco mais distante no pensamento, se a Rússia diz ter um destes satélites em órbita (e que os Estados Unidos sabem da existência do equipamento), na realidade ela tem bem mais que um, sabe-se lá quantos satélites ela tem neste momento, sem acordo diplomático, autorização ou consentimento prévio entre as nações do mundo, para usar tal órbita que é restrita por acordos que envolveram o consenso entre as nações.

Entendeu onde a história chegou? O simples fato de a Rússia declarar que tem um satélite militar colocado em um órbita onde ele não deveria estar sem um acordo prévio, e com a intenção de agredir outros equipamentos comerciais que estão na mesma órbita, é, por si só, uma declaração velada de guerra às nações que, segundo a Rússia, querem violar o solo venezuelano.

Para quem imagina que uma guerra na Venezuela se resumirá a ataques e devastações naquela região específica do continente sul americano, é melhor rever os seus conceitos, os equipamentos militares da atualidade são capazes sim de provocar um belo estrago na atividade eletrônica essencial à todo o continente americano e este pode ser um efeito colateral de consequências ainda não vistas na história recente da humanidade. Vamos torcer para que não participemos dele.

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