SATÉLITES NÃO EXISTEM E OS TERRAPLANISTAS PROVAM ISTO (PARTE 1)

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Esta matéria é em respeito a um leitor do GPS.Pezquiza.com que me pediu para “colocar os satélites na Terra Plana”. Segundo o leitor, o motivo do pedido é que ele “acha” que a Terra é plana, mas também “acha” que os satélites realmente existem.

Quero fazer esta publicação em duas partes pois eu vejo que os brasileiros se perdem quanto a um truque de narrativa, muito usado por aqui e que continua a enganar as multidões, que é falar sobre uma coisa para justificar que outra coisa diferente é verdade ou mentira.

A tentativa débil de muitos terraplanistas em provar que os satélites não existem, como um ponto de prova para a sua certeza de a Terra ser plana, gera argumentos que são no mínimo desmoralizantes para qualquer um que se proponha a raciocinar o mínimo sobre o que está dizendo da não existência dos satélites.

É em cima destes argumentos dos terraplanistas, sobre os satélites, que quero comentar sobre os motivos de serem argumentos cheios de erros, e por isto, inválidos, vamos aos ditos e às explicações.

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Se tiverem paciência, assistam aos vídeos dos terraplanistas que coloco abaixo para ilustrar a argumentação deles:

– Vídeo: “Terra Plana” Satélites
– Canal MISTÉRIOS DO MUNDO

O youtuber usa um trecho de vídeo do canal Discovery Channel para reforçar um dos principais argumentos dos terraplanistas contra os satélite, no vídeo ele argumenta da seguinte maneira:

Os globelezas falam tanto que as comunicações são feitas por satélite, ué? O cabo de fibra ótica representa 80% das comunicações do mundo e sem os cabos submarinos o mundo pararia? Então os outros 20% podem ficar com antenas comuns e tá pronto, não precisa de satélite pra nada. Ué? Os globelezas vão enfiar o satélite aonda agora? Já mandei enfiar a bola, já mandei enfiar o átomo…

Esse argumento é clássico no mundo da Terra plana, no entanto, que o repete exaustivamente desconhece completamente a utilidade de cada tecnologia sobre a qual está dando o seu parecer técnico, e usa dados válidos para desenrolar um argumento totalmente inválido.

– 80% das comunicações do mundo são feitas via cabo? Sim, provavelmente até mais que isto, e o motivo é muito simples, a maior parte das comunicações ocorre dentro das zonas urbanas com grande concentração demográfica e em regiões geográficas que se comunicam por solo, o que facilita a instalação de cabos, até mesmo subterrâneos entre essas regiões.

– A quantidade de dados que se pode trafegar, simultaneamente, via cabo, é muito maior que a quantidade de dados que se pode trafegar via satélite, se levarmos em consideração a quantidade de dados trafegados via fibra ótica, logo entendemos o quanto os satélites são limitados para alguns usos, como conexões de internet ou de rede privada entre instituições. Um cabo de fibra ótica interligando continentes é, por si só, capaz de trafegar mais dados que a junção de todos os satélites de comunicações em volta da Terra.

– Para que raios então servem os satélites? Para muitos usos, inclusive telecomunicações. Os de comunicações são prioritariamente usados em serviços de comunicação de uma via, ou seja, aquele tipo de serviço que só envia ou só recebe dados, este tipo de serviço pode ser utilizado por milhões de pessoas ao mesmo tempo, sendo que muitas pessoas captam o mesmo dado ao mesmo tempo, pois não é necessário uma comunicação exclusiva com o destinatário da informação. Serviços de comunicação de uma via só não necessitam de grande tráfego de dados ao mesmo tempo, como citado acima, a mesma informação é compartilhada com uma multidão ao mesmo tempo, como é o caso da tv por assinatura, onde a central de controle da operadora de tv envia a informação dos canais ao satélite e somente um envio é captado por todos os assinantes, sem necessidade que se faça uma transmissão exclusiva para cada cliente, o que necessitaria de uma capacidade de transmissão de dados imensa.

– Os satélites podem ser usados para conexões de internet (que trocando em miúdos são conexões de dados), no entanto, pela reduzida capacidade tráfego de dados simultâneos nos satélites, contratar internet via satélite é sempre muito mais caro e com limite de tráfego de dados mensal. A empresa de internet via satélite também tem um limite da quantidade de clientes que consegue atender, e quando atinge a quantidade de dados que consegue trafegar no satélite, ela não pode atender novos clientes e nem consegue expandir essa capacidade facilmente, pois necessita de mais um satélite para isto.

– Não podemos esquecer que TV via satélite é um tipo de comunicação de uma via só, onde muitos usam os dados de uma só transmissão, já a internet via satélite ou cabo, é um tipo de comunicação de duas vias, onde se recebe e envia informações, sendo assim, essa conexão deve ser exclusiva, pois tanto a transmissão quanto a recepção daqueles dados específicos, só interessam a quem está enviando e recebendo os dados, por este motivo o uso de dados em conexões de internet é muito mais intenso sobrecarregando o meio de comunicação, neste caso o satélite, com uma quantidade muito menos de usuários do que acontece com a tv por assinatura, por exemplo.

– Satélites conseguem prover comunicação, seja de televisão, dados privados ou internet, em locais onde cabos ou torres de transmissão não conseguem. Um bom exemplo são os telefones via satélite que podem ser usados até no meio do deserto do Saara. Me digam os terraplanistas onde estariam os cabos ou as torres de telefonia neste deserto com dimensões continentais? Como é possível o seu Zé assistir tv via satélite no meio da mata amazônica mas não conseguir assistir tv digital terrestre no mesmo local, que é provida via torres, já que muitos dos terraplanistas dizem que os satélites na verdade são apenas torres? Ele consegue porque a transmissão vem de um aparalho que está colocado muito alto no céu, e esse aparelho é chamado de satélite.

– A existência de conexões de telecomunicações via cabo e torres não exclui a existência dos satélites, muito pelo contrário, para muitos usos, uma tecnologia complementa a outra, como é o caso da tv digital terrestre que recebe a transmissão a partir de um satélite e a repassa então para a torre de tv terrestre. As torres de telefonia e internet móvel estão interligadas à rede mundial de computadores através de um cabeamento e só se tornam conexões sem fio em cada torre de telefonia, de um modo muito similar à nossa internet Wifi em casa.

Vídeo: TERRA PLANA SATÉLITES NÃO EXISTEM VERDADE
Canal Verdade Top

Escolhi esse vídeo aí não por que o rapaz parece ter pouca escolaridade, mas pelo motivo de ele repetir também algumas “verdades” sobre os satélites que os terraplanistas adoram.

Eles dizem que existem quase 20 mil satélites em órbita, mas como se nas próprias imagens das agências espaciais não aparece nenhum satélite? [Um vídeo é mostrado parecendo com aqueles vídeos feitos a partir da ISS enquanto ela descreve sua órbita ao redor da Terra]. É muito simples responder a esta dúvida, é uma questão de proporção muito fácil de se entender. Vamos falar de um satélite grande, ele vai medir aproximadamente o tamanho de um ônibus grande de viagens intermunicipais, ou aproximadamente 20 metros de ponta a ponta. Esses grandes satélites são colocados a uma altitude de aproximadamente 36 mil quilômetros, região onde eles se mantém em equilíbrio gravitacional com a Terra (gravidade é outra palavra que os terraplanistas odeiam). Agora pense bem, a ISS está a uma altitude aproximada de 400 km da Terra, seria possível uma câmera da ISS fotografar ou filmar um satélite que está uma distância de 35mil quilômetros dela, tendo este satélite um tamanho de 20 metros?

– Ficou em dúvida em relação à pergunta acima? Muito simples de você resolver esta dúvida, vá nos vídeos feitos pela ISS, filmando a Terra; você sabe que a ISS está a uma altitude de aproximadamente 400 km do solo, é bem mais perto a distância entre a ISS e o solo que da ISS até um satélite grande, de telecomunicações; levando estas distâncias em consideração, é muito mais fácil enxergar um ônibus grande nas imagens que a ISS faz da Terra que nas imagens que a ISS faz do céu. Me responda, nas imagens que a ISS faz da Terra, quantos ônibus você consegue enxergar? Vamos facilitar, existem aproximadamente 18 mil aviões comerciais em atividade no mundo, eles são bem maiores que os satélites, muitos até conseguem transportar um satélite dentro deles: quantos aviões comerciais você consegue enxergar nas imagens da Terra feitas pela ISS?

– Mas você ainda pode estar pensando: não existem só satélites de comunicações, existem muitos outros satélites e em altitudes variadas. É verdade, existem, no entanto são satélites menores, bem menores, como é o caso dos cubesats, do tamanho de caixas de sapatos eles estão em uma altitude pouco maior que 200 km de distância da Terra e realizam estudos variados, podendo, inclusive, ser lançados por terraplanistas que desejem fazer imagens da Terra. Outras satélites de usos variados também medem pouco coisa, geralmente não passando muito do tamanho de um frigobar. Rsses satélites, apesar de serem muitos, fala-se em 20 mil ao redor da Terra, estão a uma distância razoavelmente grande, um em relação ao outro, entre outros motivos, para evitar que colidam no céu, essa distância varia de dezenas a até milhares de quilômetros de distância um do outro, descrevendo órbitas totalmente diferentes.

– Como você pode imaginar, se você é capaz de pensar em proporção de um corpo em relação a outro e também em proporção de um diâmetro de órbita cada vez maior quanto mais o objeto se afasta do planeta; logo consegue entender por que é praticamente impossível para os objetos lançados em órbita conseguirem enxergar ou fotografar um ao outro. Uma boa experiência que você pode fazer para pensar nessa proporcionalidade em relação à visão é, dá próxima vez que voar de avião, quando ele estabilizar o vôo, estando em uma altitude de voo de alguns quilômetros, olhe pela janela e tente enxergar alguns objetos do tamanho de uma caixa de sapatos, do tamanho de um frigobar ou mesmo um ônibus.

“Você já se perguntou qual é o motivo das antenas de tv via satélite apontarem 45° e não 90°? Onde supostamente estariam os satélites? Se você deslocar a antena um só centímetro ela não funcionará (ele está falando em relação aos 45°”. Este é um argumento falacioso, de uma pessoa que não faz ideia do que está falando. A começar que as antenas não apontam 45° exatamente, o grau de apontamento das antenas varia de acordo com o local a partir de onde se deseja fazer o apontamento da antena para o satélite, e os graus de apontamento variam e muito, de local para local. Se os graus de apontamento não variassem, fosse sempre 45°, não haveria necessidade de antena vir com um sistema que permite que se mude esse grau de apontamento, bastaria a antena ser fabricado para estar sempre a 45°, isso é mais que lógico.

Veja a seguinte matéria para entender como variam os graus de apontamento:

Calcule Aqui os Dados de Apontamento de Antena Parabólica Para o Satélite que Você Precisar – DishPointer

A antena não pode ser movida um centímetro senão ela não funcionará, mas os satélites podem ficar se movendo em órbita?. Sim, a maioria dos satélites fica se movendo em órbita, no entanto estes não são os satélites que necessitam de antenas paradas em um ponto fixo sem se mover um centímetro. Os satélites que transmitem para as antenas que não podem se mover um centímetro ficam em uma órbita de equilíbrio gravitacional, conhecida como geoestacionária, onde acompanham o movimento da Terra, o que implica que eles estão parados no mesmo ponto em relação ao solo, e por isto estão sempre transmitindo a partir do mesmo ponto fixo no céu.

A tecnologia conhecida como GPS hoje não é nova, ela já é antiga… [O vídeo descreve um sistema de localização feito a partir de antenas e torres no solo, antes dos satélites de GPS]. Mais um argumento de terraplanista tentando que tenta levar uma tecnologia em sua fase inicial ao extremo da escalabilidade, dando a entender que ela não pode ser aperfeiçoada para se tornar algo melhor. Muitas das tecnologias avançadas que usamos atualmente surgiram no âmbito militar e até mesmo em época de guerra ou por previsão de guerra. O sistema de geolocalização começou sim com transmissões em solo, em época de guerra, mas tinha alcance limitado às regiões cobertas por aqueles determinados sinais de rádio transmitidos a partir de pontos de transmissão em solo que eram limitados a determinados limites geográficos sob domínio dos Estados Unidos. Eles precisavam de um sistema que pudesse cobrir todo o planeta, o que lhes daria uma vantagem estratégica muito grande, e então decidiram estender a tecnologia para um modelo que pudesse cobrir o globo todo (por isto o nome Global Positioning System – GPS).

– As antenas que estão no mar não estão presentes em todo o planeta, não pertencem todas à mesma nação e nem fazem parte de um sistema de parceria global, e tem uso específico, entre outros para ajudar na navegação. Estas boias não tem uma grande capacidade e nem alcance de transmissão e muito menos ajudam a que está em alto mar. Da mesma maneira as torres no alto dos prédios tem usos específicos e limitados, elas não fazem mágica e muito menos tem capacidade ilimitada de transmissão e recepção de dados, e muito menos de alcance geográfico. Basta pensa na quantidade de espaços “vazios” existentes no mundo no qual estas transmissões não chegam, mas onde chegam os sinais de satélites. Definitivamente estas antenas não fazem o trabalho dos satélites.

Os sinais rebatem na ionosfera e alcançam o mundo todo… Algumas frequências de rádio podem sim passear por todo o mundo, e olha só que interessante, a maioria das transmissões de rádio aqui da Terra tem maior facilidade em se propagar em direção ao espaço e continuar a viajar espaço adentro indefinidamente, mas em nossa atmosfera ela encontra atenuantes e barreiras dos mais variados tipos. Isto explica, por exemplo, o motivo de não ser possível eu captar um sinal de tv digital terrestre que está sendo transmitido a alguns quilômetros de distância aqui da minha casa, ou mesmo que eu não consiga captar um canal de outro país que está sendo transmitido através da tv digital terrestre. Mas vários destes canais são captáveis através de transmissões feitas por satélites. O motivo é que eles estão em um ponto muito alto no espaço onde não é fácil de se bloquear o sinal.

– Ele fala em triangulação de rádio para o sistema de posiocionamento, que entre outros, é a base do GPS, e vejam só, também do sistema de posicionamento existente através das antenas de celular, bastante conhecido e usado no mundo onde há boa recepção de sinal dessas antenas, este sistema é o A-GPS, mas que não é tão preciso quanto o GPS e que utiliza o GPS para melhorar a sua precisão. Além disto, o A-GPS não consegue cobrir todo o planeta como o GPS consegue.

– O autor do vídeo também insinua que as “mentiras” como o GPS são arquitetadas por escritores de ficção científica como Arthur C. Clarke. A realidade é que muitas tecnologias que usamos atualmente foram inspiradas em ideias de ficção que foram tomadas como plausíveis por gênios inventivos que conseguiram torna-las realidade.

“Não é curioso? Se tem satélite, pra que esse monte de antena e bóias ancoradas nos oceanos?”. Novamente o terraplanista desconhece qual é a função e a limitação de cada equipamento, e qual é complementaridade existente entre eles.

– Pra finalizar o vídeo o youtuber pede que a pessoa busque conhecimento, dedique-se, estude… Pois é, até para combater alguma coisa tem que se dedicar um pouco mais que ficar espalhando atirando argumentos que não se sustentam. Precisa fazer melhor, desse jeito não dá, só engana quem não conhece o assunto, não quer aprender nada de verdade sobre o assunto ou não tem capacidade de raciocinar o que está falando.

– Vídeo: Satélite não existe, prova Irrefutável !
– Canal Acorde Flat Earth

De todos foi o vídeo que me deu mais tristeza ao assistir. Isto por que o rapaz, terraplanista, adota logo de cara a atitude de que faz uma grande descoberta e que com esta descoberta ele vai mudar o mundo, vai ser mais impactante que descobrir um dinossauro vivo ou que pousar uma nave espacial na Casa Branca… Pois é, só que não.

Para o meu espanto e infelicidade ele faz uso de um vídeo, que diz ter sido produzido especialmente para o canal, feito por um antenista, isso mesmo, um instalador de antena parabólica, que pela habilidade mostrada no vídeo trabalha muito bem, mas que resolveu passar vergonha em rede nacional, ao abrir para o mundo o seu total despreparo para entender sobre o assunto que estava falando, que no fundo é bem mais simples do que ele pode imaginar, é só uma questão de entender de ângulos e reflexo de sinais de rádio ou mesmo de luz.

No vídeo o antenista faz o apontamento convencional, de uma antena parabólica offset (antena da tv por assinatura), para alguns satélites, ao mesmo tempo em que faz o apontamento invertido para os mesmos satélites.

O apontamento invertido já foi falado algumas vezes aqui no GPS.Pezquiza.com e não é nada novo. Veja no link:

https://gps.pezquiza.com/?s=antena+invertida

No apontamento invertido, a antena parabólica offset é instalada deitada, mais paralela ao solo, mais horizontal, o que muda o ponto focal do sinal em relação ao apontamento convencional, onde a antena offset está mais na vertical. No apontamento com a antena invertida, o local (ponto focal) onde o LNB irá colher o sinal, logicamente, não será o mesmo local do ponto focal com a antena instalada na posição convencional.

O que muda, ao se colher o sinal vindo do satélite, colocando a antena parabólica invertida, é o ponto focal, ou seja, o local para onde a antena parabólica esta refletindo e focando o sinal recebido do satélite. A posição de chegada do sinal vindo do satélite não muda, ele continua a vir do mesmo local, e isto é fácil de se constatar pois o instalador precisa mudar o ponto em que o LNB deve ficar para que ele consiga captar o sinal do satélite, já que o ponto de reflexão focal mudou ao se inverter a antena, e é aí que o instalador se perde ao entender que o que mudou, na verdade, foi a posição em que o sinal está chegando do satélite, ou seja, ele conclui que não há um sinal fixo do satélite, mas que o sinal chega de mais de um local ao mesmo tempo e por isto não existem satélites e sim torres de transmissão que estão em locais diferentes para simular o satélite.

Vão me desculpar as pessoas envolvidas aí nesse experimento, mas essa conclusão de vocês causa aquele momento em que dá vontade da nossa alma sair do corpo e voltar para ver se a gente não morreu com tanta burrice multiplicada por dois. Essa conclusão só seria válida se você conseguisse mudar apenas a posição do prato da antena mas a posição do LNB continuasse a mesma, a partir do momento que o LNB também precisa procurar o novo ponto focal, fica claro que a posição de chegada do sinal vindo do satélite não mudou, e sim somente a posição da antena, basta então fazer o cálculo dos ângulos para saber qual é a posição de entrada para o sinal do satélite.

Vale também lenbrar que esse experimento só pode ser feito com antenas offset, cujo ponto focal do sinal não está no centro da antena – e já expliquei o motivo disto em matérias aqui no GPS.Pezquiza.com. Quando se fala em antenas focal point, como as antenas teladas, esse experimento feito pelos especialistas aí do vídeo não é possível de ser repetido, mais uma prova de que os dois são só burros mesmo, e não entendem nada do que é fazer um experimento científico.

E por aqui é só isso mesmo pessoal, o texto já ficou imenso e numa próxima matéria vou voltar com a parte 2 onde eu vou fazer o que o nosso colega pediu: colocar os satélites na Terra plana, e com argumentos válidos, nada dessa argumentação fraca feita por pessoas que não se dão nem ao trabalho de querer saber se tem algum sentido o que estão falando.

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